{FP} Mad, Mad, So mad

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{FP} Mad, Mad, So mad

Mensagem por Cassandra Campbell em Dom Jan 05, 2014 10:18 pm




Madeleine
And I had it up to hill, with the panic and the fear





Informações básicas:

Nome Completo; Madeleine Beauchamp I
Idade; 22
Apelidos; Mad ou Leine
Filiação; --
Grupo(s); Bruxas
Porque escolheu este grupo?; Aqui minimo 3 linhas




Descrição

Descrição Física; A garota normalmente está ou encolhida ou então abraçada a si mesma, seus cabelos são ondulados e escuros -geralmente encontrados em tranças ou soltos- e contrastam com sua pele alva, que contem poucas sardas. Seus olhos são de um azul claro, que ficam intensos durante à noite e costumam mostrar exatamente como ela está se sentindo. Os lábios relativamente finos raramente curvam-se para formar um sorriso verdadeiro, e sempre se encontram pintados de vermelho. A altura favorece na hora de se impor, mesmo que isto nem sempre seja exigido dela. Além disto possui duas tatuagens; a primeira se encontra em sua nuca, sendo um coração negro com asas, envolto por fogo púrpura, e a segunda fica abaixo do seio esquerdo da garota, tendo em letras cursivas e delicadas o dizer "Para sempre Madaleine"
Descrição Psicológica; Aqui com no minimo 5 linhas




História

Uma nova geração de degeneradas rainhas da beleza, uma falha genética, uma ligação alem da compreensão... Um laço sanguíneo difícil de entender... Quase impossível. Para você, uma das crias pode ter "dado errado", mas fale isso perto da outra e se prepare para levar um tapa. Nada, em nenhuma das duas, deu errado. Madaleine e Madeleine. Duas garotas perfeitas, cada qual da sua forma.
Mãos juntas, olhos fechados, a água as sugando para baixo enquanto tentam nadar para cima. Essa é a vida das duas pequenas bruxas, uma constante luta para subir a superfície. A fúria, a devastação e tudo o que o amor não correspondido, ou a falta de atenção pode trazer. E, sobretudo, o ódio. As garotas que se deixaram abandonar por quem nunca mostrou preocupação e encontraram asilo com um estranho, que por mais assustador que pareça, é o único capaz de lhes oferecer as coisas as quais precisam. Oh sim, deixe-me explicar com mais detalhes:
Seus desejos sempre foram concedidos desde o ventre de suas mãos. Uma fruta, um alimento diferente, ou até mesmo sangue. Não importava, o que de fato importa é que vocês eram a prioridade momentânea para a família Beauchamp. Mas conforme o tempo passa, as prioridades mudam...
Quando cresceram um pouco já eram estorvos, duas pequenas crias indesejadas que não podiam fazer nada mais que chorar e mover coisas com a mente. Os pais cansados e desesperados as venderam como bonecas de porcelana em um mercado negro... Mercado que era diretamente ligado a sin Town. Bonequinhas de luxo que foram compradas por um rico comerciante por assim dizer, mas ninguém nunca soube suas reais intenções; sendo que sempre pensavam pelo lado mal. Mas diferentemente das outras crianças que são vendidas, as gêmeas foram tratadas como verdadeiras princesas por Isaac, aprendendo a jamais se curvar à alguém, pois esta não seria a postura de alguém da realeza.
Amadas e ensinadas. Dança, música, artes e magia. Tudo corria bem na vida das gêmeas, até serem obrigadas a interagir com outras crianças. Madaleine foi a que mais se deu bem fazendo amigos rapidamente e sempre sendo a líder dos grupinhos, popular e cercada por amigos...Mas Madeleine não gostava disso, não gostava das outras crianças e não gostava da irmã ter outros amigos. Então os surtos de raiva começaram a se tornar mais e mais frequentes, uma autista raivosa e apegada a irmã... Pobre Madaleine nunca poderia ter amigos por conta da irmã egoísta que tinha.
Mas o que realmente importava para Madaleine era Madeleine e vice-versa. Claro que as brigas podiam ser algo eminente quando Mada era forçada a ficar em casa pelos surtos da irmã e isto lhe causava certa raiva, mas em questão de alguns minutos ambas estavam sozinhas vivendo em seu próprio conto de fadas. Sendo princesas que não precisavam se preocupar com nada além da felicidade uma da outra. Mas isto não é bem visto pela sociedade, ainda mais quando algum dos surtos de Made ocasiona um pequeno acidente como um incêndio talvez. Uma morte ali ou aqui. Um vampiro que saí do sério por causa das bruxinhas. Uma bruxa superior que se sente ameaçada. Qualquer coisinha era o suficiente para perturbar a paz das garotas... Mas o que importa? Ambas estavam bem. Ambas continuariam bem. Juntas, ligadas por algo que era mais do que simples amor... Ligadas por uma questão de sangue e coração.
A morte e vida nunca a atrapalharam, nunca a feriram. Assim como o abandono nunca as abalou. Porque elas nunca iriam se abandonar e sempre ficariam um ao lado da outra. Em momentos bons ou ruins, na felicidade ou na tristeza, na saúde ou na doença. Mas, sobretudo no caos e na calmaria. Não olhe, não fale e nunca ouse tocar em uma de modo que a outra não consinta. Mas se quiser tentar, tente, não serei eu que terei a vida arrancada com um simples praguejar de certas palavras ao vento.
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Narração

Post complementar de um dia em Sin Town ou então uma briga; Here comes the sun...It's all right. A música volta a sua cabeça enquanto você assiste ao por do sol com os dedos enfiados na areia. Um sorriso no rosto, uma risada que é acompanhada por seus amigos...Felicidade, algo que você não sentia há séculos...Era uma pena que você tivesse que matá-los. Seus olhos voltam a encarar a bola de fogo que desaparece no mar, não há água espalhando para todo lado, porém você jura ter ouvido o som do sol sendo abraçado pelas água da praia. Uma vida normal, era isto que você tinha ali. E não porque você tivesse um namorado ou algo do tipo, até porque seus casos não passavam de uma noite, mas sim porque pela primeira vez você fazia parte de algo, algo especial, algo maior que você. Oh, pobre Donatella, pela primeira vez na vida tinha se enturmado. A Califórnia não lhe parece tão ruim agora não é mesmo? A praia, o sol dando seus últimos indícios, a noite chegando...Os surfistas, os cachorros correndo soltos. Tudo ali era calmo, pacifico...Lindo. Tudo ali lhe fazia parecer tão bem! Porque ir embora Dona? Porque voltar para o seu inferno pessoal? Porque correr de encontro à alguém que pode entrar em sua mente como se você fosse uma boneca? Porque? Eles são sua família, Dona! Eles são tudo que você tem...Mas e Cece e Matt? E Brad, Kelly, Simon...E todos os que ficarão para trás? Está pronta para isto? Está pronta para correr para casa? Está pronta para dar adeus aos primeiros amigos que conheceu em sua longa eternidade? O faça criança. Faça antes que eles façam por si mesmo.

Um sorriso triste é pintado em seu roso enquanto você se despede prometendo que voltaria amanhã. Mentindo. Sempre mentindo para todos. Seus dedos dobram a toalha em que se sentavam e Cece apaga a fogueira. A noite caí silenciosa enquanto beijos e abraços são distribuídos e você avança para a grande mansão. Carmel, Califórnia. Esse era o endereço que colocava em suas cartas agora, porém logo o mudaria. Logo voltaria a ser Forks. Por um momento você amaldiçoou a cidade mandando todos ao inferno enquanto batia a porta de casa. - Calminha ai, gatinha...Não vai querer ficar com rugas de expressão! - A voz de Resardyn lhe fez rolar os olhos. O garoto estava em sua cama desda noite passada e não parecia querer ir embora, por um estanho momento você desejou que o vampiro ficasse, que ele simplesmente mudasse sua ideia e lhe fizesse fincar raízes na Califórnia. Mas ele não o fez. Na verdade, tudo que o mesmo fez foi lhe ajudar a fazer as malas e lhe encher de perguntas sobre como era em Forks...Parecia até que estava interessado em se mudar para lá. Você logo para de pensar neste fato, na verdade você para de pensar em Resardyn, afinal ele morreu...Você sabe que sim, você estava lá quando o queimaram. Então porque continua a vê-lo, Dona? Esqueça. Ele se foi. E você nem o amava, mas perder o brinquedo preferido é um saco não é mesmo? Todos os seus amigos lhe perguntam porque você não segue em frente, mas olhe você pequena. Deitada do lado das malas cantando uma antiga canção dele. Quem não lhe conhecesse diria que é amor, porém não é possível não é mesmo? Todos sabem disto. Pelo menos todos aqueles que lhe conhecem desde pequena. Desde que matou sua gêmea com as próprias mãos. Desde que lhe chutaram para a Califórnia para que pudesse se recuperar. Não deu muito certo...Não é mesmo? Com um longo suspiro você se levanta decidida e pega as malas sabendo que se atrasaria para a caça se não se apressasse.

     (......)


Após uma longa e cansativa viagem, Donatella finalmente chegara em Forks. Como sempre, estava chovendo. A noite já caíra há muito e a garota se sentia cansada demais para se dirigir ao castelo. Sabia que não conseguiria fechar sua mente para a mãe enquanto estivesse daquele jeito. Mesmo assim a garota entrou no conversível vermelho e esperou que um dos ajudantes colocasse as malas no porta mala. Uma olhada no retrovisor foi o suficiente para Dona ter a certeza de que sua aparência não estava lá as melhores. Automaticamente a garota começou a passar um lápis contornando os olhos, rímel, delineador, blush, sombra e um gloss. Foi necessário apenas tais apetrechos para que a vampira voltasse a se parecer como uma garota perfeita. Um sorriso calmo foi ensaiado e então a chave do conversível foi girada deixando o motor roncar. As mãos de Dona foram apertadas no volante enquanto a mesma pisava no acelerador com toda a força que tinha. Por um breve momento teve um vislumbre do carro de sua irmã e sua mãe. Porém não parou e apenas continuou seu caminho em direção ao castelo Convenant. Uma manobra foi feita levantando poeira e fazendo a morena rir de leve enquanto tirava as coisas do carro. Apenas os mais novos e Victória estavam ali. Beijos e abraços foram retribuídos de maneira carinhosa e calorosa. De maneira que dizia "Senti sua falta" sem realmente as palavras serem pronunciadas. Logo aquele momento de boas vindas se passou e tudo o que Dona pensava era que precisava saciar a sede que ardia sua garganta. Em passos rápidos subiu ao quarto e trocou de roupa colocando meia-calça rastão, um vestido azul escuro, botas caramelo e um cinto. Os cabelos curtos estavam caindo desgrenhadamente sobre seu ombro. Se olhando no espelho tinha certeza de que muitos teriam dificuldade de lhe reconhecer. A Califórnia lhe tinha mudado em muitas coisas. Inclusive em personalidade. A garota pulou a janela levando consigo duas facas no caso de precisar terminar o trabalho manualmente.

O cheiro das primas era o mais forte e mais fácil de seguir, a mãe e os tios já haviam há muito aprendido a disfarçarem seu cheiro, mas os novatos da família ainda não tinham tal conhecimento e Selene sempre dissera que precisavam aprender por si mesmos. Com um movimento rápido Donatella parou em cima de uma árvore e ajeitou o vestido esperando todos saírem de seus carros. Quando isso aconteceu a garota sorriu de leve e saltou da árvore dando um mortal e parando em pé na frente da mãe - Boa noite...Desculpem o atraso...Creio que eu vá ficar de par com Alice...Certo? Isso, certo! - Dona sempre tivera o privilégio de escolher seus parceiros de caça e queria mostrar que isso não ia mudar mesmo que a mãe quisesses. Mas ao mesmo tempo queria uma aprovação de que podia ir com Alice, afinal não era nenhuma mal educada e sabia seu lugar no clã. Uma breve olhada nos rostos de casa um fez com que Dona se ajeitasse se perguntando se deveria anunciar que era ela. Afinal da última vez que a viram ela estava de cabelos negros e cumpridos, era mais baixinha(afinal normalmente estava curvada) e tinha uma aparência frágil até assustada. E agora ali estava ela, depois de cinquenta anos longe de casa. Com cabelos curtos e castanhos, postura ereta e ameaçadora, com um rosto que mostrava determinação. Depois de tanto tempo, finalmente ela era o que Selene sempre quisera que as filhas fossem. Afinal os Convenant's treinavam seus filhos para serem soldados...E as filhas para serem líderes.
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