{FP} Marcus Slytherin

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{FP} Marcus Slytherin

Mensagem por Cedric H. Whitemore em Qua Jan 08, 2014 9:40 pm




Marcus Slytherin
Evil never looked so good





Informações básicas:

Nome Completo; Marcus Gerhardt Kölsch Stlythin
Idade; 1.000 anos (Aparenta 29 anos)
Apelidos; Drácula - Original
Filiação; Kentou Gerhardt Stlythin e Yohanna Kölsch Stlythin
Grupos; Vampiros
Porque escolheu este grupo?; Motivos para ser vampiro? São vários os que todos usam. Mas o meu pode ser simples ou até pacato. Eu quero ser vampiro pelo simples prazer em tirar vidas mais frágeis, ou então pelo fato de que minha vida seria alimentada por outras. Mas isso seria um vampiro normal, e quando se é o primeiro? Poder, claro. Eu busco poder, se fosse outra coisa teria escolhido uma raça qualquer e dizer que me identifico com o grupo e todo aquele blá, blá, blá. Mas o que eu realmente quero é poder e ser Marcus representa isto, além é claro de interpretá-lo apenas como eu poderia - não me gabando, mas sou bom nisto.




Descrição

Descrição Física; Um homem alto de pele branca e tendo os músculos distribuídos perfeitamente no corpo, sendo eles salientes. Possui o rosto em formato mais quadrado, o que passa superioridade em cada olhadela daqueles tempestuosos olhos azuis. Os cabelos são curtos – e normalmente estão penteados de forma organizada - e assim como a barba mal feita, levam um tom de castanho escuro. Lábios finos e nariz do mesmo modo completam o rosto do homem com expressões fortes e marcantes, nunca deixando ser esquecido

Descrição Psicológica; Amor, carinho e dedicação à nova criação. Esse seria Marcus ou ao menos o lado que o vampiro deixa transparecer. Talvez por dentro ele seja só mais um enganado criador cheio de frustrações e ódio, mas nenhum dos vampiros ainda vivos seria capaz de perceber isso. É uma mascara perfeita. Uma máscara de frieza, sem emoções expostas, mas de certa forma sempre se mostrando orgulhoso pelo feito de cada ser que por ele fora criado. Toma com posse cada um deles, tendo certo “ciúme”, mas assim como sentimentos mais humanos, se torna escondido através de um véu de discernimento. Marcus, o vampiro imperfeito que se mostra perfeito diante de todos.




História

Marcus Gerhardt Kölsch Stlythin nasceu como um nobre em Stalingrado (na Rússia). Sendo o único herdeiro da família Stlythin, fruto do caso de dois primos Kentou Gerhardt Stlythin e Yohanna Kölsch Stlythin. Como já se era de esperar, Marcus cresceu de forma tranquila e cercado de todos os tipos de mimos que um membro de uma família da alta classe poderia oferecer a seu único herdeiro. Quando fez quinze anos, passou a se aventurar na cidade e como qualquer garoto de sua idade, se viu encantado por uma garota. O problema era que a garota era da classe baixa, considerada a escória em vista dos Stlythin.

Mas isso não impediu que o jovem Marcus de quinze anos, tivesse um caso com a garota Charlotte. Os encontros passaram a ser cada vez mais frequentes, até que finalmente entregaram-se um ao outro. Mas o que Charlotte não contava, era que a amiga, Isabeau Kondery teria ciúmes desta relação. Ela queria um pedaço do homem que havia feito Charlotte se derreter e se entregar. Meses depois, quando chegou ao conhecimento de Marcus de que Charlotte carregava no ventre um filho seu, o garoto - então com dezesseis anos - entrasse em pânico e abandonasse a mulher e a criança. Mas Marcus não conseguia tirar o rosto de Isabeau da mente, ele precisava ter a mulher misteriosa por uma noite. Mas o que ele não imaginava era que Isabeau culpava Marcus pelo suicídio de Charlotte e consequentemente da criança que ela carregava no ventre.

Sentindo-se culpado pelo suicídio da mulher com a qual havia tido um caso por quase um ano, Marcus passou a tentar aproximar-se de Isabeau - que era a pessoa mais próxima de Charlotte - para pedir dinheiro, mas não contava com a mulher ser a bruxa primordial. Revoltada por ter perdido a amiga, Isabeau colocou na mente que iria transformar Marcus em seu brinquedinho. Após criar uma maldição, amaldiçoou Marcus, dando-o vida eterna em troca de ter necessidade constante por sangue e ser privado da luz do sol eternalmente. Isabeau transformou Marcus no primeiro vampiro. Mas ao notar que não conseguia controlar o que havia "criado", Isaeau desaparece e deixa Marcus torna-se um monstro assassino dependente de sangue para toda a eternidade.

O então herdeiro dos Stlythin passou a atacar e matar durante a noite e como se é de esperar, o povo de Stalingrado começou uma caçada. Como um monstro fora de seu estado normal, sugava todo o sangue de suas vítimas e as deixava empaladas na frente de suas casas. Os Stlythin não foram poupados da carnificina. Foram vinte e cinco anos de terror absoluto em Stalingrado. Até que a mente de Marcus se mais forte e então o homem passou a se dar conta dos poderes que havia recebido com a maldição. Marcus pega toda a herança da família e desaparece da cidadela russa. Ele passa a migrar pelo mundo, mas não sem deixar de matar com sua marca, a empalação. Marcus precisava manter-se vivo, afinal de contas.

Ao completar cinquenta anos de existência vampiresca, Marcus passa a desenvolver um código chamado Máscara onde regrava a si mesmo que seu segredo deveria ser mantido nas sombras. Quando se fixa na Bulgária, Marcus encontra uma família boa com uma pequena joia. Uma garotinha com muitos dons e apenas cinco anos. O homem encanta-se por ela e decidido a testar uma ideia - insana - que lhe cruza a mente, passa a dar seu Vitae para a garotinha e tomar uma quantia minúscula do sangue dela durante a noite, por quinze anos. Até que um dia, encontra a oportunidade perfeita e quebra o pescoço da garota, matando-a e esperando que seu experimento não fracasse. Deu certo, Loshi virara uma vampira, mas Marcus não conseguia controla-la. Ele resolveu que era hora de abandona-la e continuar seguindo seu rumo.

Durante o tempo em que rodava o mundo, Marcus continuou criando vampiros e desenvolvendo melhor controle sobre seus poderes e assim como uma "seita". Camarilla, onde teoricamente obrigava a todos os vampiros a manterem-se ocultos dos humanos. Quando completou cento e cinquenta anos de existência, criou um clã, denominado Ventrue. Anos depois, chegou a Sin Town e instalou-se lá.
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Narração

Post complementar de um dia em Sin Town ou então uma briga; Noite sem lua. Era uma das poucas ocasiões em que Marcus conseguia relaxar sem ter flash ou qualquer tipo de nome que fosse dado a lembranças involuntárias do passado, apenas lia e desancava. Talvez isso não fosse tão bom, afinal... Seria bom voltar a sonhar, mesmo que por uma noite, mas da mesma forma, talvez seja bom não ter mais sono.
O dia estava recém amanhecendo, alguns raios de sol fracos se infiltravam por entre as cortinas e atingiam o rosto de Marcus, que estava meditando de olhos fechados e deitado na cama. O homem bocejou por reflexo e então chutou a coberta para longe e sentou na cama. Malditos hábitos humanos que permaneciam. O quarto na mansão ainda estava escuro quando o moreno levantou e se dirigiu até o banheiro, disposto a tomar uma ducha fria e "acordar" de vez. A água fria caia diretamente na testa do homem que de olhos fechados, se permitia sorrir. Afinal a noite havia sido perfeita. “Quanto tempo fazia que uma noite dessas não acontecia? Um mês? Dois meses?” Marcus desligou o chuveiro depois de limpar o corpo e prendeu uma toalha na cintura.

Parado na frente do espelho e encarando a marca de três garras que possuía no peito, lembrou-se do dia em que fora feita. A dor das unhas do lycan, a excitação em ter quebrado o pescoço dele, a sensação de paz depois... Tudo isso fazia com que o homem balançasse a cabeça negativamente e voltasse para o quarto. Com quase que preguiça, o vampiro vestiu-se demoradamente. Boxer preta, calça social preta, regata preta e por cima da regata sua camisa negra para então se permitir sair do quarto. Passou a mão nos cabelos, deixando-os puxados para trás e deixou a expressão “morta”, como sempre era costume vê-lo durante as manhas.

Um piado fez com que a atenção de Marcus fosse desviada para um tronco de árvore caído no jardim. Um corvo estava ali o observando com a cabeça torta para o lado. Marcus pulou da sacada e seguiu até o animal, para então acariciar-lhe a cabeça, mas quando sua atenção fora desviada para o lado, o corvo mordeu o indicador de Marcus com força e provocando um pequeno corte. Com o maxilar travado, o vampiro acertou um tapa na lateral do corpo do animal e sentiu a asa dele sendo quebrada. Repreendeu-o com um: “Não faça isso. É falta de educação”. Suspirou e então torceu o pescoço do pequeno animal que piava encarando a asa. Rolou os olhos e murmurou para si mesmo que deveria ter mais controle com animais como corvos. Deu meia volta e retornou para dentro da mansão. Cumprimentou alguns membros do clã e enquanto se dirigia a biblioteca, pegou um copo de whisky. Bebericou o álcool e então se deixou afundar na poltrona enquanto encarava a janela aberta. O vento mudará, tornou-se mais frio e intenso conforme o homem observava as árvores. Provavelmente viria uma tempestade e Marcus não ligava.




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